Plataformas digitais, autonomização da informação e a crise. A negatividade imanente da forma social da comunicação no capitalismo financeiro

Manoel Dourado Bastos, Guilherme Bernardi

Resumen


El presente artículo es un aporte a las perspectivas que evalúan el paso de la Industria Cultural a la world wide web desde la Economía Política de la Comunicación, al proponer la observación de la crisis ya en el plano más abstracto de análisis, para luego desarrollar interpretaciones de las plataformas digitales. En un primer momento se expone el concepto marxista de crisis, según la elaboración de Jorge Grespan (2012), señalando también los puntos en los que aparece en Bolaño (2015, 2000). Posteriormente, la definición de crisis se incorpora al primer plano de la abstracción de la comunicación como forma social, apoyándose en la derivación de la comunicación realizada por Bolaño (2000) y encontrando su “negatividad inmanente” en diferentes momentos. En la tercera parte, desde la crítica al capitalismo financiero (Paulani, 2009), se aborda el paso de la Industria Cultural a la world wide web, centrándose en las tres categorías de plataformas digitales (Srnicek, 2017, 2019) y evaluándolas necesidad relativa de autonomización de la información.

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Palabras clave


Plataformas digitales; forma social de comunicación; crisis; autonomización de la información

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