Aspectos psicosociales, plataformas digitales y afrontamiento del ciberbullying: visiones sobre un fenómeno de violencia contemporánea
DOI:
https://doi.org/10.62174/psocial.8270Palabras clave:
Ciberacoso, Aspectos Psicosociales, Entornos Digitales, Acoso, Psicología SocialResumen
El ciberacoso puede entenderse como un tipo de violencia psicosocial que se caracteriza por enviar o compartir en entornos digitales mensajes con contenido agresivo, amenazante y provocativo, cuya intención es humillar o dañar a otras personas que no pueden defenderse, y que persiste durante un determinado período de tiempo e involucra al agresor, la víctima y los espectadores. En general, la práctica del ciberacoso se establece por tres factores cruciales: la repetición, los prejuicios y la desigualdad de poder. Teniendo estos puntos como referencias, este artículo se propone identificar y discutir cuestiones relacionadas con el fenómeno, a partir de los hitos históricos, culturales, psicosociales, técnicos y contextuales asociados a la experiencia brasileña. Se entiende que existe la necesidad de mirar este tipo de violencia teniendo en cuenta los diferentes ámbitos y dimensiones que la componen. Por tanto, se percibió que las características de los entornos digitales, como la facilidad para replicar, buscar o hacer persistentes determinados contenidos, además de la dificultad para controlar el acceso a los mismos, son condiciones propicias para el ejercicio y mantenimiento de la práctica del ciberacoso. Sin embargo, estudios muestran que las estrategias de enfrentamiento a esta práctica son más efectivas cuando se consideran estas mismas particularidades para combatir sus efectos negativos. En ese sentido, se percibe que los medios para enfrentar este fenómeno son más asertivos cuando integran factores individuales, tecnológicos, contextuales y psicosociales.
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