Eros e a paixão monstruosa

Julian Alexander Brzozowski

Resumen


No presente artigo analisaremos o jogo que o humano, enquanto máquina óptica míope, estabelece com os limites de seu tatear ficcional no mundo, para além do qual encontra-se o imprescindível regime da monstruosidade. Veremos algumas das significações possíveis para essa necessária relação com o inumano a partir de diferentes óticas teóricas, como a filosofia política, a fenomenologia, a teoria literária e a biologia genética. O fio condutor da análise será as ações de Eros, que seguidamente transborda os limites entre o humano e o monstruoso e por isso mesmo segue convocando novos fantasmas ao picadeiro da vitalidade.


Palabras clave


Humano; Monstro; Máquina Óptica; Eros

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Referencias


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ISSN/ISSN-L: 2250-4982

   

 

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