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n. 2 (Nov.2012-Out.2013): Classe social e território
As discussões que vinculam as classes sociais e o território frequentemente limitaram sua abordagem aos processos de segregação residencial nas grandes cidades. No entanto, ainda nos circunscrevendo aos aglomerados urbanos, sobram ainda inúmeros aspectos da relação por serem explorados. Com que frequência aqueles que compartilham o pertencimento a uma mesma classe social vivem em bairros relativamente homogêneos? Até que ponto as pautas residenciais são diferenciais segundo as classes sociais consideradas? Como se relacionam estrutura social e ocupação do espaço urbano? Como e quando a residência se constitui em um componente que contribui para definir a posição de classe? Como se relacionam estilos de vida, oportunidades de vida e território? O objetivo desse número é recolher discussões teóricas e resultados de pesquisas empíricas que centrem a discussão nestes e em outros aspectos da relação entre classes sociais e território.
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n. 1 (Nov.2011-Out.2012): Cidade, ambiente e construção social do risco
A construção do risco é um processo social e histórico. O desastre é um processo e um produto que manifesta o nível de risco que existe em uma sociedade, é a expressão mais evidente de uma convivência vulnerável entre diversos grupos sociais e seu meio. Compreender o desastre obriga a analisar como vão se conformando as condições do risco, histórica e prospectivamente. O propósito desse número é nos aprofundar sobre os riscos urbanos e ambientais, buscando incorporar novos enfoques que permitam identificar o papel dos atores sociais e das políticas públicas. Se propõe a indagar acerca da historicidade dos processos de construção social do risco vinculados à segregação social e espacial.


