O artista entre a história, a política e a pintura: retratando a independência no século XIX

Maria Ligia Coelho Prado

Resumen


Os pintores latino-americanos, na segunda metade do século XIX, elegeram as independências políticas das ex-colônias como um dos principais temas históricos a serem retratados. A representação do momento do nascimento das novas nações se transformou em elemento constitutivo da construção das nacionalidades.

História, política e pintura se entrelaçavam de forma simbiótica. Mas quem compunha a nação? Na voz oficial das elites, a nação surgia emoldurada pela harmonia. No mundo das artes, diversos pintores, por toda a América Latina, assumiram essa perspectiva elitista ao se dedicarem a pintar cenas da história nacional oficial, colaborando para a elaboração de uma identidade “civilizada”. Nessas visões oficiais, o “povo” devia estar confinado a seu lugar subalterno. Nesse período, alguns artistas se deixaram seduzir pela “cor local”, permitindo que temas da vida cotidiana e modelos de gente simples entrassem em suas telas e ganhassem relevância: ao pintor brasileiro José Ferraz de Almeida Junior (1850-1899), o pintor argentino Prilidiano Pueyrredón (1823-1870), homens envolvidos com as discussões de seu tempo sobre arte, nação e política.


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